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Caixa oferece financiamento imobiliário corrigido pela poupança. Vale a pena?

Especialistas afirmam que, atualmente, a linha é uma das mais baratas do mercado

A Caixa começa a oferecer a nova linha de crédito para financiamento imobiliário com taxa de juros atrelada à rentabilidade da poupança. Essa nova forma de financiamento terá juros a partir de 4,75% anuais e até 35 anos para o pagamento.

Taxa máxima de 10,16% ao ano

A nova linha da Caixa combina uma parte fixa, mais uma parte variável corrigida pela Selic. A parte fixa varia entre 3,35% e 3,99% ao ano, dependendo do relacionamento com o banco, enquanto a variável é a remuneração da poupança.

Como a poupança, atualmente, rende 70% da Selic, a conta fica em 1,40% mais a parte fixa. Caso a Selic esteja acima de 8,5% ao ano, a remuneração da poupança passa a ser de 0,5% ao mês (6,17% ao ano) mais a variação da TR.

Portanto, a nova linha conta com uma taxa máxima de 10,16% ao ano (6,17% da poupança mais 3,99% da parte fixa), caso a Selic suba.

Comparação com outras linhas

A Caixa possui três outras linhas de financiamento imobiliário.

A primeira, com taxa fixa de 6,25% a.a. iniciais mais TR (zerada atualmente);

 A Segunda 6,25% a.a. iniciais mais correção da inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

Terceira com uma taxa fixa que parte de 8% a.a.



Se, de início, anova linha é mais barata que as demais, a diferença cai se a taxa básica de juros (Selic) sobe, diminuindo a vantagem para outras linhas, como pré-fixada, por exemplo. "O mercado já dá como certo, por exemplo, uma alta da Selic, com incertezas macro e aumento da inflação", disse Gilson Oliveira, professor do MBA em Finanças do Ibmec-RJ.

Já para o professor da FGV, mesmo que a Selic suba conforme o mercado espera, a linha corrigida pela poupança ainda é vantajosa.

"Mesmo que suba a 5% ao ano, como nas previsões, ela ainda vale a pena. E, além disso, com a alta da Selic, as outras taxas também não devem ficar paradas e devem passar por uma correção para quem ainda não fez o financiamento." 

Quer previsibilidade?

Para Oliveira, como o financiamento imobiliário é algo que deve perdurar por décadas com o cliente, ter uma previsibilidade, principalmente no Brasil, onde inflação e juros tendem a subir, pode ser vantajoso.

"Nessa linha pós-fixada, o recomendável é que o mutuário avalie a opção que melhor se adeque a sua fonte de renda. No curto prazo, essa linha é mais barata, mais em conta. No entanto, esse financiamento é de longo prazo. Então, o risco de alta nos juros deve ser levado em conta", afirmou Gilson Oliveira, professor do MBA em Finanças do Ibmec-RJ.

“A linha prefixada é uma linha mais cara, mas há uma previsibilidade. Então, em um contrato de 20, 30 anos, o mutuário sabe exatamente o quanto vai pagar.

Fonte: "CNNbusiness" - Dia 02/03/2021



Caixa lança financiamento de imóveis com taxa a partir de 4,75% ao ano



A nova linha, indexada à remuneração da poupança, estará disponível a partir de segunda-feira, 1º de março

Caixa anunciou, nesta quinta-feira,25, sua nova modalidade de financiamento de imóveis corrigida pela taxa da poupança, que terá um spread de 3,35% a 3,99% ao ano.

É hora de mudar de casa? Alugar ou comprar, e como? 

Ou seja, atualmente, com a Taxa Referencial (TR) a zero e a poupança rendendo 70% da Selic, as taxas partem de4,75% ao ano e podem chegar a 5,15%. Quanto maior o relacionamento com o banco, menor será a taxa de juros. Veja abaixo as taxas que serão cobradas pelo banco:

A remuneração da poupança muda apenas quando a Selic ficar maior do que 8,5% ao ano. Nesse caso, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, explicou, em coletiva, que a remuneração adicional do financiamento será fixa em 6,7%, mesmo que a Selic chegar aos dois dígitos. Ou seja, a taxa do financiamento pode chegar a 9,52%. Veja abaixo o exemplo:

A nova linha vale para imóveis usados, novos, construção e também reformas, dá a opção de taxa de juros pelo modelo SAC ou Price, terá prazo de até 35 anos para pagamento, exige no mínimo 20% de entrada e estará disponível a partir de segunda-feira, 1º de março.

O orçamento inicial destinado à modalidade é equivalente a 30 bilhões de reais, e pode aumentar conforme a demanda.

Fonte: "exame.invest" - Dia 25/02/2021



Afinal, vale a pena INVESTIR em imóveis?

Investir em imóveis sempre foi uma opção considerada rentável, segura e diferenciada. Entretanto, o cenário brasileiro atual está em um momento de incertezas, desconfiança.

Viemos aqui mostrar as Vantagens de Investir em Imóveis!
Uma das maiores vantagens de investir em imóveis é a segurança, diferente de outros investimentos que oscilam mais em tempos de crise e incertezas.
Em uma prévia podemos analisar o momento atual que estamos passando, que mesmo em tempos de crise, os imóveis não se desvalorizam quanto outros investimentos. Podem ser considerados investimentos atraentes, inclusive, por representarem diversificação no tipo de imóvel investido, o que é apontado por planejadores financeiros como uma boa prática, além disso bens imobiliários valorizam-se ao longo dos anos.

Investindo em imóveis

Segundo o Secovi-SP, em média um proprietário de escritório recolhe renda de 0,5 à 1% ao mês na unidade locada, chegando a 13% ao ano. Esse valor é superior aos Fundos de Renda Fixa Referenciados, como o Certificado de Depósito Bancário (CDB), por exemplo, que chega a 9% ao ano.

Durabilidade 

Uma propriedade é um bem duradouro, seja casa, apartamento, flat ou imóvel comercial. Se a opção for por alugar um imóvel recentemente adquirido, estima-se que o completo retorno do investimento ocorra em pouco menos de quatro anos. Ou seja, tudo o que receber mensalmente após esse período é lucro e segue por anos sendo necessário apenas reparos para manter o patrimônio.

Redução de riscos

Enquanto outras formas de aplicação incluem alta volatilidade, o mercado imobiliário segue estável e o maior risco é mesmo é quando imóvel está desocupado. Um grande exemplo é o que aconteceu durante a pandemia do novo coronavírus: enquanto a bolsa chegou a cair 39,28% em dois meses o valor dos imóveis não se alterou e residências próximas a natureza passaram a ser mais procurados.


Com Selic em baixa, investir em imóveis é boa opção para gerar renda

Muita gente aproveita o momento para comprar propriedades com o objetivo de locá-las ou apostar na valorização.

Comprar imóveis é uma das maneiras de investir mais populares no País. Como a taxa básica de juros Selic está no menor nível histórico, muitos aproveitam o bom momento para comprar propriedades com o objetivo de locá-los ou apostar em sua valorização.

Segundo um levantamento, a procura por imóveis para investimentos na plataforma cresceu 2,5 vezes no segundo semestre de 2020 na comparação com os seis primeiros meses do mesmo ano. Esse perfil de investidor passou a representar mais de 30% das vendas feitas pela empresa, que se reconhece como um ‘balcão digital’ de negócios imobiliários.

Mas comprar imóvel ainda é uma boa opção de investimento? O E-Investidor conversou com especialistas para entender.

Investindo em imóveis

Esta é uma das muitas formas para construir um patrimônio seguro e lucrativo. Com o investimento em imóveis, é possível ganhar dinheiro obtendo recursos por meio do aluguel para terceiros, com rendimentos mensais fixos enquanto durar o contrato, ou pensando no bem como se pensa em uma ação: espera-se que a região onde a propriedade está se valorize para que seja vendida por um valor mais alto do que o de compra.

Porém, enquanto se espera pela valorização, é possível deixar o apartamento, a casa ou a sala comercial alugada para obter renda extra.

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Abra sua conta na Agora Investimentos

Para Fernanda Carmo, diretora da FC Consultoria, especializada no mercado imobiliário, o momento atual é um dos mais propícios para investimentos em imóveis, prontos ou na planta, por conta do estágio da taxa Selic.

“Existem diversas oportunidades no mercado para adquirir um empreendimento em localização privilegiada a valores acessíveis. No bairro do Paraíso, em São Paulo, encontramos imóveis a R$ 800 em parcelas mensais mais a entrada. Mesmo assim, o custo é baixo porque a locação terá um valor tremendo, chegando a uma rentabilidade de 1% do valor do imóvel, ou seja, R$ 3.000 mensais para um imóvel no valor de R$ 287.000”, explica a consultora.

Essa conta da rentabilidade do imóvel é parecida com o calculo do Dividend Yield, utilizado para acompanhar os dividendos dos fundos imobiliários. Geralmente, esse tipo de investimento possui um rendimento de 5% a 6%, ficando em média entre 0,5% e 0,6% no mês.

Para fazer o cálculo do Yield é simples: basta ter o valor do aluguel líquido, dividir pelo preço do imóvel e multiplicar o resultado por 100. Usando como base o exemplo acima, chegamos ao resultado final de 1,04% de rentabilidade no mês.

Segundo Leandro Benicá, educador financeiro da Messen Investimentos, quem consegue obter um valor de aluguel superior a 0,5% do valor dou imóvel está com uma excelente oportunidade nas mãos. “Obtendo mais de 0,5% você já está acima da média do que recebe de dividendos dos fundos imobiliários

Fonte: "einvestidor.estadao" - Dia 17/02/2021 




10 dicas para um Home Office mais eficiente "Perplan"



home office

O Home Office é, sem dúvida, uma tendência que veio para ficar. E dados comprovam isso.

Uma recente pesquisa da Fundação Dom Cabral e da Talenses, feita em 375 empresas brasileiras, revelou que 70% dos participantes mostraram intenção de continuar em Home Office parcial ou integral após a pandemia. Na indústria, o número chega a 80%, e no setor de serviços, a 89%.

Essa nova realidade trouxe uma preocupação a mais para os trabalhadores que em casa precisam dar uma atenção especial à decoração. Afinal, este ambiente passou a ser o cenário das lives e reuniões de negócios que acontecem por meio de aplicativos de videoconferência, como Zoom, Microsoft Teams e Google Meet, entre outros.

O Home Office deve ser, sobretudo, a expressão de um ambiente profissional. Além de providenciar uma excelente bancada de trabalho que lhe garanta maior organização e funcionalidade, é muito importante dar uma atenção toda especial ao cenário de fundo e ao que está em seu entorno. Até mesmo porque, dependendo do enquadramento estabelecido por sua câmera, os elementos dispostos constituirão o cenário que aparecerá em sua videoconferência.

Disposição funcional do mobiliário no Home Office

A arquiteta Adania Porfirio Horta lembra que, como em qualquer espaço, a iluminação, a ventilação e a disposição funcional do mobiliário devem ser prioridade.

Também deve ser considerado o tempo de permanência naquele ambiente e o fato de que, muitas vezes, o Home Office acaba tendo que ser tratado como um espaço multifuncional. E aí é muito importante priorizar a versatilidade na hora de projetá-lo.

“Nestes casos, a tendência é ter cada vez menos espaços exclusivos definidos para isto ou aquilo. Devem-se constituir ambientes que atendam, com a mesma qualidade, as funções de trabalhar ou descansar. Posso ter um espaço 3×3 com poltronas e uma bancada com tela, que possa servir como uma sala de TV íntima ou um espaço de trabalho. É o espaço a serviço da função, e não o contrário”, conta Adania Horta.

Uma dica importante da arquiteta é não sacrificar um único cômodo do imóvel para esta função. Com a pandemia, ficou mais evidente que um notebook ou tablet podem transformar qualquer cantinho em uma estação de trabalho.

Um espaço de Home Office pode ser definido a partir da disposição de uma mesa ou uma bancada, que também ajudará a manter a organização do ambiente, ainda que não seja um cômodo exclusivo para isso.

“Mesmo que muitas vezes precisemos mudar de ambiente para seguir desempenhando bem o trabalho, o importante é sempre ter um ponto de apoio”, considerou Adania Horta.

10 dicas para um Home Office eficiente

1) Reserve um espaço que seja tranquilo, longe da dinâmica diária da casa, sobretudo, que proporcione silêncio e concentração.

2) Providencie uma ótima bancada ou mesa funcional com gaveteiro para organização de documentos e materiais de escritório.

3) Utilize estantes na decoração pode dar um charme todo especial ao ambiente, principalmente, se forem suspensas e abertas. Elas podem ser utilizadas para expor livros sobre temas de sua área de trabalho ou de outros assuntos de seu interesse. Estes objetos contribuem para imprimir ao ambiente um clima ainda mais profissional.

4) Providencie uma cadeira ergonômica  superconfortável pode fazer grande diferença e trazer muita qualidade de vida, além de contribuir para a melhora da postura e da prevenção de possíveis dores nas costas. Verifique se a cadeira é ajustável e confira se ela lhe proporciona equilíbrio e estabilidade.

5) Invista em uma distribuição adequada da iluminação é fundamental. Se for possível, escolha colocar sua mesa ou bancada próxima a uma janela. A luz natural é imprescindível, principalmente para melhorar a qualidade da luz durante as videoconferências. Outra dica é optar por uma boa luminária de mesa que possa, além de trazer beleza, ser eficiente e, estrategicamente, intensificar alguns pontos de luz no ambiente.

6) Escolha plantas para ambientes internos que sejam fáceis de cuidar pode ajudar a garantir a sensação de bem-estar, beleza e frescor. Elas, ainda, favorecem que os ambientes fiquem mais arejados, além de atuar para melhorar a umidade e a qualidade do ar.

7) Procure imprimir personalidade ao ambiente, ousando na escolha e na combinação das cores. As paredes podem ser de tons neutros, para proporcionar a sensação de maior amplitude e tranquilidade ao espaço. Porém, você pode escolher uma ou mais cores para destacar, além de brilhar nos elementos de decoração, como porta-retratos, porta-canetas, cor da moldura de quadros e murais, entre outros.

8) Invista em tecnologia. Não abra mão de ter uma boa conexão de Internet, com um roteador wi-fi que traga segurança, estabilidade, velocidade e maior alcance.

9) Tenha um computador com uma configuração eficaz, adequada as suas necessidades, talvez seja um dos itens, realmente, mais importantes, afinal, é este equipamento que garantirá que seu trabalho seja realizado. Há muitas máquinas no mercado com um bom custo-benefício. Verifique, entre outros itens, se ela tem um bom processador, memória RAM adequada e uma boa placa de vídeo. Estes são itens que devem ser observados com muita atenção.

10) Obtenha agilidade no compartilhamento de informações. Por isso, o melhor custo-benefício e que traga maior funcionalidade é a manutenção de dados em nuvem. Este é outro fator importante para que seu Home Office seja funcional e tenha um bom desempenho.

O cenário perfeito de sua live

– Evite elementos entulhados e ambientes desorganizados.

– Atente-se aos barulhos externos. Parece óbvio, mas a qualidade sonora do vídeo é fundamental. Evite barulhos de animais, de crianças ou de construções.

– Evite que a movimentação descontextualizada de indivíduos no fundo do cenário cause distração às pessoas que estejam assistindo seu vídeo.

Invista tempo na produção adequada do cenário. Lembre-se que esta produção ajudará a contextualizar, a transmitir sua mensagem e a contar sua história. A falta de roteiros, preparação e planejamento podem comprometer a qualidade de seu material.


Fonte: https://www.perplan.com.br/blog/10-dicas-para-home-office-eficiente/ - Dia 01/10/2020.




Financiamento imobiliário corrigido pela poupança, inflação ou juros e TR? Veja qual vale mais a pena hoje

Considerando o cenário atual de juros e inflação, economia obtida com financiamentos atrelados ao IPCA e à poupança pode chegar a R$ 146 mil



SÃO PAULO – Com a redução da taxa Selic ao menor patamar da história, os juros dos financiamentos imobiliários caíram significativamente nos últimos meses e anos. Segundo dados do Banco Central, em julho a taxa média do crédito imobiliário no país ficou em 7,16% ao ano, a segunda menor da série histórica iniciada em 2011. Diante do crédito mais barato, o volume de financiamentos de imóveis somou R$ 62,3 bilhões de janeiro a julho deste ano, um aumento de 15,6% sobre o mesmo período de 2019.

Além das taxas baixas, o aumento dos depósitos em poupança, principal fonte de recursos para o crédito imobiliário, também deixou os bancos com um volume de dinheiro confortável para fazer os empréstimos e contribuiu para estimular os financiamentos.

A captação líquida (saldo entre depósitos e retiradas) do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), ficou positiva em R$ 95,8 bilhões entre janeiro e agosto deste ano, o melhor resultado registrado desde o início do Plano Real, ou dos últimos 26 anos, segundo dados da Abecip, associação que representa as entidades de crédito.

 “A demanda está alta devido ao cenário de juro baixo. E o banco consegue fazer frente a essa maior demanda por causa da abundância no funding [fonte de recursos], por causa do volume alto de captação da poupança. É um círculo virtuoso”, afirma Fabio Tadeu, economista e sócio da Brain Inteligência Estratégica.

Além do crédito farto e mais barato, o comprador de imóvel também ganhou novas opções de financiamento. Em agosto do ano passado, a Caixa lançou uma nova modalidade de crédito imobiliário corrigido pelo IPCA e, há duas semanas, o Itaú lançou uma nova linha para financiamento de imóveis atrelada à poupança.

“Hoje temos mais instituições oferecendo juros mais baixos. Por isso, os bancos começam a se movimentar para trazer produtos distintos e, consequentemente, uma democratização no acesso ao crédito tem início”, comenta Bruno Gama, CEO da CrediHome, fintech especializada em comparação de crédito.

Mas diante das taxas atrativas e dos diferentes tipos financiamento, qual é a melhor opção para realizar o sonho da casa própria no cenário atual? E o que considerar na decisão levando em conta que o cenário pode mudar por completo (risco que não deve ser desprezado, considerando o histórico da economia brasileira)?

Simulação

O InfoMoney consultou especialistas em crédito e mercado imobiliário para mostrar como escolher a melhor alternativa entre o financiamento com taxas prefixadas mais a Taxa Referencial (TR), o mais tradicional, e as novas opções, que cobram uma taxa prefixada mais o IPCA ou taxa prefixada mais a remuneração da poupança.

As simulações abaixo foram feitas pela CrediHome e consideraram dois cenários: o primeiro (A) leva em conta a média anual da taxa Selic e do IPCA projetada entre os anos de 2020 e 2023 – de 3,66% e 2,94%, respectivamente -, segundo o Boletim Focus do Banco Central, que compila as expectativas das principais instituições financeiras do país. Não foi considerada uma projeção mais longa porque a estimativa mais distante do Focus é para 2023.

Na segunda tabela (B), foi considerado um cenário de elevação da Selic para 8,6% ao ano (patamar a partir do qual a remuneração antiga da poupança é acionada) e do IPCA para 7% ao ano. Segundo Alberto Azjental, coordenador do curso de Desenvolvimento de Negócios Imobiliários da Fundação Getúlio Vargas (FGV), esses parâmetros comportam o que, potencialmente, poderia ser o pior cenário possível nos próximos 20 a 30 anos para tomar crédito imobiliário.

Todas as simulações consideraram as taxas mínimas divulgadas pelos próprios bancos. O Banco do Brasil foi o único, dentre os cinco grandes bancos, que não entrou na simulação. De toda forma, sua taxa mínima na modalidade de financiamento com juros mais TR é de 6,59%, muito próxima à da Caixa.

Veja as comparações a seguir, ordenadas da menor para a maior taxa de juros:




Considerando que as projeções do Focus para Selic e IPCA até 2023 se mantivessem ao longo dos 30 anos de contrato (o que é pouco provável), o financiamento imobiliário da Caixa atrelado ao IPCA seria o mais vantajoso no primeiro cenário e a nova modalidade do Itaú atrelada à poupança seria a segunda melhor opção.

No financiamento de um imóvel de R$ 500 mil, ao optar pelo crédito da Caixa com correção do IPCA, em vez do financiamento do Bradesco com taxa de 7,5% mais TR, a economia chega a R$ 91.283 no total no cenário A, que considera que as condições atuais seriam mantidas. No caso do imóvel de R$ 800 mil, a economia se ampliaria para cerca de R$ 146 mil, também mantidas as condições atuais de inflação.

“Hoje temos a inflação controlada e os juros baixos, então as novas modalidades são atrativas”, diz Bruno Gama, CEO da CrediHome, que pondera, no entanto, que por outro lado as novas linhas são mais arriscadas, sobretudo considerando que os financiamentos são feitos em prazos longos, que podem passar de 30 anos, e nesse espaço de tempo é impossível estimar com precisão como se comportarão os juros e a inflação.

O professor da FGV também destaca a imprevisibilidade dos novos financiamentos. “No caso do IPCA, a pessoa começa pagando o financiamento com a inflação média no patamar de 2,9%, mas pode terminar com o IPCA em 7% em um cenário extremo. E mesmo assim é uma estimativa, não dá para cravar nada”, diz Azjental.

O cenário B evidencia o tamanho do risco. Diante de uma eventual disparada de juros para 8,6% ao ano e inflação para 7%, o resultado se modifica por completo. Nesse caso, o financiamento pela poupança se torna o mais caro e o tomador pode acabar pagando até R$ 325 mil a mais nessa modalidade do que na opção com juros de 6,5% mais TR da Caixa.

Vale lembrar que o financiamento do Itaú corrigido pela poupança tem um teto de cerca de 10,2%, que seriam os 3,99% ao ano fixos, mais a remuneração máxima da poupança, de 6,2% mais a TR (quando a Selic passa de 8,5% ao ano a poupança volta a render pela regra antiga, de 0,5% ao mês mais a TR, atualmente zerada).

“Há uma distância considerável entre a taxa que o tomador pagaria hoje, de cerca de 6,5% ou 7% ao ano mais a TR, e esse teto da poupança. Qualquer alteração de taxa tem um peso relevante no custo final”, afirma Azjental.

Qual escolher?

Para a advogada Daniele Akamine, da Akamines Advogados e Negócios Imobiliários, mesmo que o financiamento do Itaú seja vantajoso no atual cenário, dificilmente as condições de mercado atuais devem se manter.

“Hoje o mercado já espera que a Selic suba para cerca de 6% em 2023, com isso a poupança vai render cerca de 4,2% e a taxa do novo financiamento do Itaú vai subir dos atuais 5,39% para 8,19%. Se essa previsão realmente se confirmar, as taxas praticadas hoje nas outras linhas, de 6,5% a 7% mais TR vão ser bem mais vantajosas”, diz a advogada.

Marcelo Prata, especialista em mercado imobiliário, afirma que a economia com as novas modalidades chama atenção, mas o tomador deve ter muita clareza de que esses valores podem mudar e pesar com calma se, para ele, a economia compensa o risco.

“Os financiamentos corrigidos pelo IPCA ou pela poupança seriam uma boa opção se a economia se mantiver nesses patamares, mas é apostar no futuro. Estamos no Brasil e sabemos que não dá para esperar uma estabilidade por um período tão longo. Vale a pena não arriscar no IPCA e pegar a taxa prefixada mais TR que será mais vantajosa com o passar do tempo. O cenário B comprova a vantagem de optar por um indexador menos volátil no longo prazo: é tentar evitar dívidas mais caras”, explica.

O próprio Banco Central já falou que os juros devem se manter baixos por um tempo, já que a economia segue em crise e a inflação está abaixo da meta (entenda a relação entre a Selic, a economia e a inflação). A autoridade também afirmou que não há espaço para mais quedas na taxa básica porque a Selic já está próxima de um limite de baixa.

Ainda que tudo possa acontecer – até o começo do ano, por exemplo, o mundo não imaginava que uma pandemia mudaria todas as previsões econômicas -, Daniele Akamine defende que as taxas entre 6,5% e 7% dos financiamentos prefixados mais TR estão em um nível historicamente baixo e talvez não teriam mais tanto espaço para cair, mesmo em um cenário (pouquíssimo provável) de queda da Selic para um patamar menor que o atual.

Para a advogada, as economias obtidas, que podem variar entre R$ 30 mil e R$ 146 mil com as novas modalidades de financiamento atreladas ao IPCA e à poupança (considerando o primeiro cenário), talvez não compensem o risco de acabar pagando até R$ 325 mil a mais nas novas modalidades se o cenário mudar.

E novamente, vale ressaltar, apesar de a economia ser alta nas novas modalidades, o cenário A considera que as taxas ficarão iguais durante 30 anos, o que é pouco provável.

Para Dario Ferraço, sócio da SF Consultoria, as novas opções de financiamento devem ser consideradas pelo consumidor que tem maior apetite ao risco e que pode quitar o financiamento em cinco anos, por exemplo. “O curto prazo minimiza os riscos de correção do indexador. Por outro lado, se a pessoa tem perfil conservador e precisa de mais tempo para finalizar o pagamento, optar pela taxa prefixada mais TR faz mais sentido”, diz.

O financiamento com juros prefixados mais TR, no entanto, também embute risco, por duas razões: ao “prefixar” uma taxa, o tomador “crava” os juros naquele patamar e se os juros ficarem mais baixos depois ele pode ter no seu contrato uma taxa acima do mercado; e o segundo risco, ainda que menor, é que a TR, apesar de estar zerada desde 2017, é uma taxa pós-fixada, que sofre influência da taxa Selic e pode voltar a se elevar se a taxa básica subir.

De todo modo, mesmo quando a Selic estava mais alta a TR se manteve próxima a zero (veja como a TR é calculada).

Observe sempre o CET

Seja qual for a modalidade escolhida, uma dica crucial ao financiar um imóvel em todos os casos é observar o Custo Efetivo Total (CET) da operação.

“O CET inclui todas as despesas do financiamento, como os custos da contratação em si, tarifas operacionais, e os seguros obrigatórios, cujos preços vão variar de banco para banco”, diz Azjental. Em outras palavras, o CET é a taxa que mostra efetivamente o que vai sair do bolso do consumidor.

Portanto, o preço final do crédito imobiliário não é composto unicamente pela taxa de juros, embora ela seja o dado mais mencionado pelos bancos na hora de atrair novos clientes, ressalta Prata.

Portabilidade

Para fugir do risco de ter em mãos uma taxa desvantajosa em relação aos juros praticados no mercado diante de uma mudança de cenário, o tomador pode migrar seu financiamento para outro banco por meio da portabilidade de crédito.

Foi o que muitos fizeram no atual ciclo de corte de juros, diante das nove quedas consecutivas da taxa Selic, de meados de 2019 até o mês passado. Brasileiros que tinham financiamentos com taxas superiores a 10%, feitos, por exemplo, quando a Selic estava acima de 14% ao ano em 2016, trocaram sua dívida por outra mais barata, alinhada aos juros atuais.

Por isso, logo que as novas modalidades de financiamento corrigidas pelo IPCA e poupança foram lançadas, alguns especialistas chegaram a dizer que poderia valer a pena entrar nos financiamentos corrigidos pelo IPCA ou poupança e, conforme for, migrar para outro caso a inflação ou os juros subam, elevando as taxas.

Mas não há um consenso sobre a possibilidade de migrar os financiamentos entre modalidades diferentes.

Por meio de nota, o Itaú disse que não aceita a portabilidade de financiamentos de outras modalidades para o novo crédito corrigido pela poupança. Nos demais casos, o banco aceita a migração entre modalidades diferentes, mediante análise prévia. Significa que ele aceitaria, por exemplo, um financiamento da Caixa corrigido pelo IPCA para o Itaú TR. Já a portabilidade de saída é permitida em qualquer situação, conforme prevê a regulamentação do BC.

Para Daniele Akamine, mesmo que a portabilidade seja permitida, talvez outros bancos não tenham interesse em receber o crédito de outra modalidade. “E mesmo que aceitassem não deve valer a pena já que em um cenário de IPCA ou poupança mais altos os outros financiamentos também terão taxas maiores”, disse.

Rafael Sasso, fundador do site de comparação de crédito MelhorTaxa, já acredita que os bancos aceitarão, sim, o crédito, mesmo de outra modalidade, mas isso não deve acontecer por meio da portabilidade convencional. “Eles podem fazer o que chamamos no mercado de ‘falsa portabilidade’, em vez de apenas migrar o crédito, o banco quita o financiamento que está aberto e cria um novo, dentro da sua modalidade”, diz.

O InfoMoney entrou em contato com a assessoria dos outros quatro maiores bancos do país, além do Itaú, para checar se eles aceitarão a portabilidade entre modalidades diferentes. Banco do Brasil e Bradesco não responderam até o momento de publicação desta matéria.

A Caixa informou apenas que segue a Resolução n° 4.292 do BC, que dispõe sobre a portabilidade de operações de crédito. Mas o documento não especifica nenhuma restrição de migração entre diferentes modalidades. O Santander, por sua vez, afirmou que pode receber portabilidade de modalidades diferentes.

Se de fato a portabilidade for aceita, o risco de fato pode diminuir já que se o cenário mudar é possível migrar a dívida para um financiamento com condições melhores. Mas é importante lembrar que a operação envolve custos, já que é como se um novo financiamento começasse. Então é preciso calcular se a economia obtida com a redução na taxa compensa os custos do novo registro.

Esses custos são: a taxa de avaliação de bens em garantia, cobrada pelo banco, que segundo Daniele fica em torno de R$ 3.100, mas varia de acordo com a instituição; e o custo de averbação, cobrado pelo cartório.

Em nota, a Arisp, entidade que representa os cartórios no estado de São Paulo, disse que o custo da averbação depende da cidade e do valor do imóvel. Por exemplo, para imóveis na capital paulista, que custam entre R$ 552 mil a R$ 828 mil, o valor é de R$ 2.798.

Por que os bancos criaram as novas modalidades?

Do ponto de vista dos bancos, a criação de novas modalidades de financiamento pode ser justificada por alguns motivos. Para Rafael Sasso, o principal deles é atrair mais clientes. “Tem um lado de marketing importante criar um financiamento corrigido pela poupança. É óbvio que se o banco criou uma linha nova é porque dá resultado para ele, mas isso é positivo para o consumidor porque incentiva a inovação do mercado e estimula a concorrência”, diz.

Outra razão para o lançamento das novas modalidades de financiamento é a possibilidade de futuramente o banco securitizar as dívidas. Na securitização, os empréstimos são “empacotados” na forma de títulos que podem ser vendidos a investidores (veja mais).

Dívidas atreladas ao IPCA ou à poupança, como é o caso dos novos financiamentos, podem gerar maior interesse no mercado. Do ponto de vista do investidor, ele ganha a opção de ter um investimento corrigido pela inflação ou atrelado à Selic (caso da poupança), assim como outras aplicações financeiras que já existem no mercado, mas com a segurança de ter por trás um imóvel como garantia (já que se trata de um financiamento).

Juliana Mello, sócia da securitizadora Fortesec, diz que no lançamento do crédito atrelado ao IPCA, a Caixa já havia justificado que a nova modalidade havia sido criada com o objetivo de securitizar a carteira do banco.

“O funding dos bancos continua sendo a poupança, na grande maioria dos casos. Mas com a queda da Selic, a poupança deixa de ser um investimento atrativo, já que rende menos que a inflação. Isso pode gerar uma fuga da caderneta, então os bancos já se preparam para um cenário em que a captação de recursos para o crédito imobiliário vai ter que ir além da poupança, e essa solução pode ser a securitização”, explica Juliana.



Por Giovanna Sutto, Priscila Yazbek
https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/financiamento-imobiliario-corrigido-pela-poupanca-inflacao-ou-juros-e-tr-veja-qual-vale-mais-a-pena-hoje/ 





Bitcoin, Ouro e Imóveis são a saída para fugir da bolha do mercado financeiro, diz fundador da Singularity

Salim Ismail, um dos maiores especialistas de inovação do mundo, diz que existe uma bolha no mercado - e em seis a oito meses ela vai estourar


Salim Ismail, fundador da Singularity University, em evento em Nova York, em junho de 2019

(Rob Kim/Getty Images)




SÃO PAULO – O que um dos maiores especialistas em inovação do mundo diria sobre a pandemia até aqui? Que os negócios digitais avançaram dez anos no tempo e os analógicos voltaram dez. Que os estímulos dos governos encharcaram o mercado de dinheiro, formando uma bolha, que está prestes a estourar. E que, de um ponto de vista filosófico, tudo isso é o mundo dizendo para a humanidade: vá devagar.

Com tudo mudando tão rápido, muitos preferem não arriscar opiniões. Não é o caso de Salim Ismail, autor das reflexões acima e conceituado guru de negócios, que já foi consultado até pelo papa Francisco.

Ismail também diz com convicção: bitcoin, ouro e imóveis são a saída para fugir do colapso econômico que está por vir; e a vacina contra o coronavírus só começará a ser distribuída daqui a um ano, no mínimo, o resto é conversa dos políticos.


Antecipar movimentos é uma especialidade do indiano, criado no Canadá, e um dos fundadores da Singularity University, a menina dos olhos dos empresários do Vale do Silício. Muito antes de a pandemia provar que tudo pode mudar de uma hora para outra, a universidade já investigava singularidades mundo afora, o que Ismail define como “buracos negros” ou eventos capazes de mudar para sempre tendências e comportamentos, separando o velho do novo.

Mas, desta vez é melhor que Ismail não esteja certo sobre suas previsões. Ele diz que, com os governos imprimindo moeda sem parar desde a crise 2008, podemos ter outro colapso na economia global, desta vez não pela escassez de dinheiro, mas pelo excesso.

“Quando você precisa de mais dólares para comprar algo, pensamos que o mercado está subindo, mas na verdade estamos deflacionando a moeda e, em algum ponto, a coisa toda desmorona. A pandemia pode ser essa coisa que colapsa a economia global”, afirma o fundador da Singularity.

O autor do best-seller Organizações Exponenciais participa do 7º Fórum de Liberdade e Democracia, promovido pelo Instituto de Formação de Líderes de São Paulo, que acontece nos dias 1, 2 e 3 de setembro (saiba mais).

De sua casa em Toronto, no Canadá, Ismail conversou com o InfoMoney e antecipou alguns dos assuntos que serão abordados no evento. Confira a seguir os principais trechos da entrevista.



Qual é a sua visão sobre a pandemia até agora e quais foram as principais rupturas que ela provocou no mundo?

Eu sou um dos fundadores da Singularity University e nós estudamos singularidades, que são como buracos negros. A definição é que todos os modelos usados para prever o futuro se quebram após certos eventos. O coronavírus e a pandemia são uma singularidade.

Todo modelo que temos para tentar prever como o mundo estará no futuro está, essencialmente, errado. Depois de criarmos nossos próprios modelos, o que estamos vendo é que, na pandemia, o ambiente digital acelerou dez anos e os negócios analógicos, antigos, retrocederam dez anos. Tivemos que aprender como trabalhar remotamente, estudar remotamente, viver remotamente.

Mas, ao mesmo tempo, estamos comprando mais ovos e comida de comércios locais. É por isso que estamos vendo esta confluência muito estranha entre digitalização e coisas locais incríveis acontecendo.


Sobre a vacina, você tem um palpite sobre quando teremos uma solução para a pandemia?

Nós pesquisamos bastante sobre isso e a minha opinião é que estamos a um ou dois anos de uma vacina, no mínimo, e você não quer ser a primeira pessoa a tomar a vacina, porque eles estarão testando. Vai demorar um ano ou mais para descobrir se eles estão corretos. O problema mais difícil será como produzir bilhões de doses para o mundo todo. O problema mais fácil é resolver o curto prazo, é fazer testes rápidos, em massa, quase em tempo real. Isso nos permitirá manter a segurança enquanto descobrimos como lidar com a vacina.


O presidente Donald Trump diz que podemos ter uma vacina antes das eleições americanas, neste ano. No Brasil, o governador de São Paulo já disse que podemos ter 45 milhões de doses distribuídas em dezembro.

Demora cerca de um ano para testar uma vacina totalmente, então adicione um ano a qualquer coisa que os políticos disserem. Eles não são as pessoas mais honestas que você já conheceu. Ele [Trump] tem muitas vantagens ao dizer isso. A realidade é que vai demorar pelo menos um ano, porque mesmo que a vacina esteja disponível amanhã, e seja a vacina mais perfeita, ainda será necessário fabricar oito bilhões de doses dela.


Até os laboratórios estão mentindo então?

Não mentindo, mas se eu for uma grande empresa farmacêutica, como a Pfizer, e se de repente eu disser “nós estamos avançando em uma vacina”, a minha ação sobe lindamente. Tenha cuidado com o motivo pelo qual as pessoas dizem certas coisas.

Levamos 30 anos para desenvolver uma vacina contra a varíola. Mesmo se tivéssemos uma vacina hoje, teríamos que gastar muito tempo testando para ter certeza de que ela não terá efeitos colaterais e não matará pessoas.

De que forma a pandemia mudou a economia e a política globais?

Obviamente, já enfrentávamos problemas com a crescente onda de populismo ao redor do mundo, mas a situação atual dificulta tudo.

É um problema, mas tudo isso tem um ponto positivo: a pandemia mostrou que a força das comunidades é muito poderosa. Pela primeira vez, todos sabem quem são seus vizinhos.

A situação é pior para as empresas que dependem de uma cadeia de abastecimento global porque essas cadeias estão sob muito estresse. Isso é um grande problema para a economia global, já que dependemos cada vez mais do que chamamos de velocidade do dinheiro, que significa quantas vezes o dinheiro muda de mãos em um ano – e o dinheiro não está mudando de mãos.

Estou no Canadá e a previsão é que 60% dos restaurantes fecharão este ano. Isso gera um enorme impacto na economia e afeta todas as pessoas que ganham dinheiro com esses negócios.


Uma das principais características das crises é que o dinheiro muda de mãos. Você acha que não está mudando desta vez?


Não quero dizer que não esteja. Na crise econômica, o dinheiro muitas vezes muda de mãos rapidamente por causa da volatilidade, mas esse dinheiro não está fluindo. O dinheiro que eu gastaria em viagens de classe executiva não está sendo coletado pelas companhias aéreas, não está sendo usado para pagar seus trabalhadores e a sua cadeia de suprimentos.

Portanto, o dinheiro não flui no sistema e esse é o problema. No seu corpo, o sangue tem que fluir para mantê-lo nutrido e na economia global o dinheiro não está fluindo.


As bolsas estão subindo, o S&P 500 [um dos principais índices do mercado de ações americano] atingiu máximas históricas. Você acha que superestimamos a crise do coronavírus?

Isso é reflexo da pandemia. Para citar o exemplo dos Estados Unidos, o PIB americano está na casa de US$ 11 trilhões e eles imprimiram cerca de US$ 3 ou US$ 4 trilhões para lidar com a crise. Significa que eles deflacionaram sua economia, sua moeda em 30% ou 40%.

E o único lugar seguro para ir são ativos como o ouro e o bitcoins. Eu sou um grande fã do bitcoins agora, porque as pessoas têm que colocar seu dinheiro em algum lugar, se você mantiver seu capital em dinheiro você perderá 40%. Então, no mercado de ações tudo vai custar 40% mais nos próximos dois ou três anos.


Então você é um fã do bitcoin. Você acha que a moeda virtual vai subir nos próximos meses?

Sou um grande fã de bitcoins, tenho olhado esse setor há dez anos. Ninguém encontrou uma maneira de hackear essas moedas e, literalmente, deveríamos olhar para elas como um ouro digital. Descobrimos, pela primeira vez, escassez digital com liquidez certa, significa que muitas pessoas podem ter acesso.

É por isso que eu acho que o bitcoin é tão poderoso. O ouro é só para investidores sofisticados, mas qualquer um pode comprar bitcoin. E, nesta crise, há muito dinheiro procurando um lugar seguro para ir, então eu acho que o bitcoin vai para US$ 50 mil [hoje a moeda está cotada em US$ 11.457].


Quais são as consequências dessa deflação da moeda, por causa do aumento da liquidez?

Provavelmente um colapso da economia global. E a razão é que hoje estamos imprimindo dinheiro para manter o fluxo da economia. Na verdade, estamos criando quatro dólares de dívida para cada dólar injetado na economia globalmente.

Todo esse boom econômico, desde a crise financeira de 2008, aconteceu porque os governos estão imprimindo dinheiro. Mesmo com o mercado de ações em alta, as moedas foram deflacionadas e é possível que vejamos, em breve, o dólar se tornar uma lira [moeda turca, que sofreu forte desvalorização nos últimos anos].

E quando você precisa de mais dólares para comprar algo, pensamos que o mercado está subindo, mas na verdade estamos deflacionando a moeda e, em algum ponto, a coisa toda desmorona. A pandemia pode ser essa coisa que colapsa a economia global.

Então você acredita que há uma bolha no mercado?

Sim, eu acho que é uma bolha. Acho que dentro de seis a oito meses, no máximo, as pessoas verão um grande colapso no mercado de ações.


E o que o investidor deve fazer nesse cenário, além investir em bitcoins, como você mencionou?

Imóveis, ouro e bitcoins. O investidor precisa migrar seu dinheiro para ativos, porque esses ativos manterão muito mais seu valor do que outros investimentos. Além disso, são uma proteção interessante contra a inflação.


Mudando o assunto para uma de suas especialidades: inovação. Quais são os avanços tecnológicos mais poderosos que você vê no mundo hoje?

Para mim, existem três tecnologias profundamente poderosas: uma é o blockchain [tecnologia por trás dos criptoativos, que permite armazenar e gravar transações; veja mais]. Hernando de Soto, economista peruano, acredita que apenas com o registro de  propriedades no blockchain, talvez seja possível liberar US$ 20 trilhões do PIB global, um número enorme, então acho que essa tecnologia é incrivelmente poderosa.

A segunda é mais nítida, é o sistema CRISPR [do inglês Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats, ou Repetições Palindrômicas Curtas Agrupadas e Regularmente Interespaçadas], que consiste em pequenas porções do DNA bacteriano compostas por repetições de nucleotídeos. Combina genética com biotecnologia e é um avanço que nos permite modificar nossos próprios genes. Isso significa que temos 10 mil doenças que não poderíamos tratar e que agora poderemos. É incrivelmente poderoso.

E o terceiro é a energia solar, porque se combinarmos energia solar com alguma tecnologia de bateria e armazenamento, isso nos permite ser autossuficientes em energia. E os países mais pobres do mundo são os países onde bate mais sol no mundo, então acho que será uma grande revolução no setor da energia.

Quando falamos de genética e dados, frequentemente são mencionados alguns riscos. Você vê riscos?

As pessoas encaram a modificação genética como um “Frankenstein”, quando, na verdade, estamos apenas mexendo com equações e projeções. A biotecnologia e a genética nos mostraram que somos robôs biológicos. E essa é uma forma bem interessante de olhar para isso.


Robôs biológicos?

Sua raiva é uma “subrotina” correndo em seu cérebro, assim como sua felicidade. Podemos modificar e afetar esse humor com drogas, meditação ou assistindo a uma série. Nós temos um conjunto de hábitos que são como se fossem programas rodando dentro de nós e, com certos gatilhos, podemos colocar esses programas para funcionar. Vemos que a vida em si é baseada em DNA, e DNA é informação, então basicamente somos robôs biológicos.

Quais são as principais lições que tiramos da pandemia? Em um sentido mais abstrato, você tem alguma explicação sobre ela?

Você pode virar muito espiritual em relação a isso e dizer: “Isso é a Terra dizendo: vá devagar”. Essa é a natureza dizendo: “A humanidade está se movendo muito rápido. Pare e sinta o aroma das rosas”. A pandemia está forçando todo mundo a ficar mais com suas famílias, consigo mesmo e ser mais contido em termos de como lidar com as coisas. E isso nos mostra um caminho, do ponto de vista de como nós queremos transformar o mundo.

Antes, o transatlântico global estava seguindo em uma direção claramente capitalista. Agora ele parou de repente e temos a chance de agarrar o volante e mudar a direção.

E é isso que estamos tentando fazer com o nosso ecossistema. Acho que não é uma oportunidade, é uma obrigação pararmos e falarmos: “Ok, o que queremos ser?” Porque se deixarmos isso para os nossos líderes, eles nos trarão de volta para onde estávamos – o que é terrível para a mudança climática, a desigualdade de renda etc.

Nós temos a oportunidade de voltar dez vezes melhores do que éramos.

Por Priscila Yazbek

Fonte: https://www.infomoney.com.br/economia/bitcoin-ouro-e-imoveis-sao-a-saida-para-fugir-da-bolha-do-mercado-financeiro-diz-fundador-da-singularity/


COMO A QUEDA DA SELIC ATINGE O FINANCIAMENTO


Periodicamente, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) se reúne dois dias seguidos e define o rumo da taxa de juros Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia). Mas, até que ponto esse índice pode influenciar no momento de dar entrada em um financiamento imobiliário?

Saiba mais sobre a importância da Selic, sua relação com a economia brasileira e como ela pode interferir em um financiamento.

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O que é Selic?

A taxa Selic é muito usada em operações interbancárias, influenciando os juros de toda a economia do país. Embora seu valor não seja fixo, as variações ocorridas diariamente são quase imperceptíveis e dificilmente fogem da meta determinada nas reuniões do Copom.

Basicamente, quando ocorre queda da Selic, a população passa a ter maior facilidade em adquirir crédito e, consequentemente, consumir mais. Tal fator pode fazer a indústria ter dificuldade em suprir a demanda e se ver obrigada a reajustar seus preços.

Quando a Selic está em alta, contudo, tudo fica mais caro, e isso inibe consumos e investimentos, fazendo a economia do país desacelerar. Um exemplo disso é a recessão enfrentada pelo Brasil desde 2014, com leves sinais de recuperação no ano passado.

Desde  30 de outubro de 2019, seu índice está em 5% — o menor desde o início de 1998. Tal valor segue a prática de redução dos juros consecutivamente realizada pelo Copom desde outubro de 2016, quando a taxa estava em 14,25%. Vale ressaltar que esse comitê se reúne oito vezes ao ano para discutir a situação dessa Selic.

Reflexos da Selic no mercado imobiliário

Os índices praticados por essa taxa de juros reflete diretamente na economia brasileira, indicando sinais de que ela pode ou não enfrentar uma crise financeira. Em 2016, por exemplo, no ápice da recessão brasileira, a Selic estava em 14,25% obrigando, em partes, os comerciantes reduzirem os preços das mercadorias com o intuito de diminuir a inflação.

Dependendo da situação, seus índices ainda podem interferir indiretamente no financiamento de um imóvel. Prova disso é a constante redução do número de propriedades novas vendidas no Brasil enquanto a Selic estava em alta, entre 2014 e 2016.

Na cidade de São Paulo, por exemplo, o número de unidades comercializadas em 2016 foi de 16.170, segundo o Secovi-SP (Sindicato da Habitação). Tal número é 19,7% menor em relação a 2015, quando o total comercializado foi de 20.148.

Relação entre Selic e financiamento

Financiamento de imóveis e Selic andam lado a lado durante as negociações de um novo imóvel. Para facilitar seu entendimento, considere a seguinte situação:

  • uma pessoa está economizando mensalmente uma quantia em dinheiro para poder dar entrada em um financiamento imobiliário;
  • durante esse processo, ela faz um cadastro na Melhor Taxa e verifica qual instituição possui as menores taxas do mercado;
  • nesse meio tempo, o Copom decide aumentar os índices da Selic e, em decorrência disso, elevar as taxas de juros do financiamento,
  • diante disso, todo o planejamento inicial passa a ficar desatualizado e o possível comprador precisará de reorganizar antes de comprar o bem.

Quanto maior for a Selic, maior o custo de financiamento. Em decorrência disso, ocorre uma diminuição de acesso ao crédito para o mercado imobiliário. Não por acaso, quando o Copom iniciou o corte dessa taxa em 2016, o setor começou a se reerguer lentamente e, hoje, já apresenta resultados satisfatórios em relação aos três últimos anos.

Ao mesmo tempo, em períodos de Selic elevada, uma dica é fazer investimentos em renda fixa, como o LCI (Letra de Crédito Imobiliário). Assim, você consegue obter mais rentabilidade a médio-longo prazo e, consequentemente, junta mais dinheiro para pode financiar o imóvel.

Histórico de queda da taxa Selic

A queda da Selic começou a cair em outubro de 2016, quando o Copom decidiu mantê-la em 14% ante 14,25% vigente desde julho de 2015. Tal medida foi uma das primeiras a serem feitas com o objetivo de diminuir a inflação de 7,87% acumulada nos últimos doze meses e restabelecer a economia brasileira.

Nos meses seguintes, um novo corte aconteceu e, em dezembro de 2016, o índice já estava em 13,75%. Naquele mês, o IPCA acumulado era de 6,29% — número relativamente inferior ao de 2015, quando esse valor atingiu 10,67 e foi considerada a maior inflação anual desde 2006.

Em 2017, a Selic continuou em queda, impulsionada pelo reaquecimento de diversos setores da economia. Enquanto nos primeiros dias de janeiro seu índice era de 13,75%, nas últimas semanas de dezembro o valor já era de 7% — um corte de quase 50%. Ao mesmo tempo, a inflação oficial daquele ano foi de 2,95% — menor índice desde 1999.

Em março de 2018 a taxa havia ido para os 6,5%, sendo derrubada mais de um anos depois, em julho de 2019, quando foi para os 6% ao ano. Em setembro e outubro ela sofreu novos cortes indo para 5,5% e 5% ao ano. A tendência é que a taxa sofra novos cortes nos próximos meses, porém não há previsão de quando será reajustada novamente pelo Copom.

Financiamento é na Melhortaxa!

Deseja financiar um imóvel com a Selic no menor valor desde 1998? A Melhor Taxa compara os juros cobrados pelas maiores instituições financeiras e indica a melhor opção de acordo com seu perfil. Por isso, não perca mais tempo e faça já uma simulação!


Fonte: https://www.melhortaxa.com.br/entenda-o-credito/como-a-queda-da-selic-atinge-o-financiamento
17/08/2020



Aquisição de terreno e construção

Você adquire o terreno e constrói sua casa financiando em até 35 anos

O que é

Nessa linha de financiamento, a Caixa ajuda você e sua família a comprar seu terreno e construir a sua moradia e o seu FGTS pode fazer parte do pagamento. O financiamento é feito pelo Sistema Financeiro de Habitação e tem como garantia a alienação fiduciária.

Para facilitar, utilize o simulador. Ele aponta quais as melhores opções de acordo com o seu perfil e ajuda na sua decisão para escolher o melhor financiamento. Veja a que melhor se encaixa no seu bolso e mãos à obra!

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Simule aqui


Fonte: http://www.caixa.gov.br/voce/habitacao/financiamento/aquisicao-terreno-construcao/Paginas/default.aspx
08/08/2020


Caixa volta a financiar compra de lotes, terrenos e construção de casas

Nas modalidades de aquisição de terreno e construção, a Caixa cobra juros que podem chegar a 6,50% ao ano


Modalidades com funding SBPE e reajuste pela Taxa Referencial estarão disponíveis para contratação a partir de segunda (Germano Lüders/Exame)

A Caixa volta a disponibilizar aos clientes a linha de financiamento de lote urbanizado e a oferta de taxas de juro diferenciadas para modalidades de construção individual. Ambas as modalidades, com funding SBPE e reajuste pela Taxa Referencial (TR), estarão disponíveis para contratação a partir de segunda-feira, 3.

Para a modalidade de financiamento de lote urbanizado, poderão ser financiados valores entre 50.000 e 1,5 milhão de reais, com taxa de juro efetiva de até TR + 8,50% ao ano, quota de financiamento de até 70% sobre o valor de avaliação do terreno e prazo de até 240 meses para pagamento da dívida.


 As modalidades estarão disponíveis nos Correspondentes Caixa Aqui e na rede de agências da Caixa. Os clientes poderão fazer simulações para aquisição de Lote Urbanizado no site ou no app Habitação. Para ter mais informações sobre as taxas customizadas para financiamento da construção, os clientes poderão contatar seu gerente ou as agências do banco em todo o país.


Fonte: https://exame.com/seu-dinheiro/caixa-volta-a-financiar-compra-de-lotes-terrenos-e-construcao-de-casas/
Data: 31/07/2020



Qual é o melhor banco para Financiamento Imobiliário?

Data: 23/07/2020


Confira as taxas em 2020 para o crédito imobiliário nas principais instituições bancárias


Imagem Qual é o melhor banco para Financiamento Imobiliário?

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Sair do aluguel e comprar a casa própria é o sonho de milhares de brasileiros. Mas, a aquisição de um imóvel, é algo que precisa ser analisada com cautela, pois existe uma série de detalhes a ser estudada.

 

Comprar um apartamento ou uma casa é um investimento a longo prazo e que na maioria dos casos, às pessoas adquirirem imóveis através do financiamento imobiliário. E isso significa que comprometerá boa parte do orçamento mensal da família, por isso é preciso planejar e estudar quais os bancos têm as melhores taxas do crédito imobiliário.

 

Veja abaixo a Simulação de Financiamento Imobiliário nos principais bancos em 2020:

Compra de Imóvel Usado em São Paulo de R$ 400 mil
Entrada de R$ 80 mil (20%)
Financiado por 360 meses (30 anos)
Sistema de Amortização: SAC
Correção anual pela TR (Tabela Referencial)

Bancos
Taxa de
Juros Efetiva

1ª  Prestação
Última
Prestação

Bradesco
7,45% a.a
R$ 2.937,93
R$ 918,83
Itaú
7,45% a.a
R$ 2.810,78
R$ 894,23
Banco do Brasil
(TR)

8,65% a.a
R$ 3.110,96
R$ 923,39
Santander
6,99% a.a*
R$ 2.868,35*
R$ 920,57*
Caixa - TR
+ Taxa de Juros

7,50% a.a
R$ 2.974,00
R$ 759,78
Caixa - IPCA
+ Taxa de Juros

4,94% a.a
R$ 1.974,39
R$ 775,31
Caixa - Taxa
de Juros Fixa

9,74% a.a
R$ 2.974,39
R$ 775,93
Simulação realizada em 28/02/2020  
*Simulação B. Santander em 08/07/2020

 

A simulação de financiamento imobiliário realizada acima foi feita nos sites das instituições bancárias com dados de uma pessoa entre 40 anos e com uma renda de R$ 10.000.

 

E para saber qual é o melhor banco para o financiar a compra do imóvel, em fevereiro de 2020, o Grupo SP Imóvel conversou com as assessorias de imprensa das principais instituições bancárias do país. Veja abaixo as informações necessárias para realizar o financiamento imobiliário:

 

  • BRADESCO

Para o financiamento de imóveis residenciais novos ou usados, o Bradesco utiliza a taxa mínima de 7,30 % ao ano mais TR no Sistema Financeiro Habitacional (SFH) com valor máximo de R$ 5 milhões. O prazo de financiamento é de 360 meses (30 anos) e permite a utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para imóveis de até R$ 1,5 milhão. O cliente pode financiar até 80% do valor do imóvel.

Financiamento Imobiliário - Bradesco
Linha de Crédito
Sistema Financeiro da Habitação (SFH)
Máximo de Financiado
80%
Comprometimento máximo da Renda
30%
Taxa de Juros
A partir de 7,30% a.a. + TR
Valor Máximo do Imóvel
R$ 5 milhões, acima deste valor pode ser feito sob consulta
Prazo de Pagamento
360 meses (30 anos)
Sistema de Amortização
SAC ou Tabela Price
Permitido Uso do FGTS
Sim, para imóveis até R$ 1,5 milhão
Fonte: Assessoria de Imprensa do Bradesco em 28 de fevereiro de 2020

 


  • ITAÚ UNIBANCO

Já no financiamento do Itaú, a taxa é de 7,45 ao ano mais a TR, sendo válida para imóveis residenciais novos ou usados, utilizados nas linhas de crédito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). O financiamento pode ser de até 82% do valor do imóvel, com prazo máximo de 360 meses (30 anos). E per e permite a utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). 

Financiamento Imobiliário - Itaú Unibanco
Linha de Crédito
Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e
Sistema Financeiro Imobiliário (SFI)
Máximo de Financiado
80%
Taxa de Juros
A partir 7,45% a.a. + TR
Valor Máximo do Imóvel
R$ 1,5 milhão
Prazo de Pagamento
360 meses (30 anos)
Sistema de Amortização
SAC ou Tabela Price
Permitido Uso do FGTS
Sim
Fonte: Assessoria de Imprensa do Itaú - Unibanco em 21 de fevereiro de 2020

 

 

  • SANTANDER

Para o financiamento de imóveis residenciais novos ou usados, o Sandander utiliza a taxa mínima de 7,99% ao ano mais TR no Sistema Financeiro Habitacional (SFH), com valor máximo de R$ 1,5 milhão. O prazo de financiamento é de 420 meses (35 anos) e permite a utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O cliente pode financiar até 90% do valor do imóvel.

Financiamento Imobiliário Santander

Pró-Cotista
Crédito SBPE (SFH)
Crédito SBPE (SFI)
Carteira Hipotecária
Valor do Imóvel
R$ 90 mil -
R$ 500 mil
R$ 90 mil -
R$ 1,5 MM
> R$ 1,5 MM
>R$ 1,5 MM
Valor Financiado
Até 80%
Até 90%
Até 90%
Até 90%
Renda Bruta
Até 30%
Entre 30% e 35% (pode variar de acordo com a análise de crédito)
Entre 30% e 35% (pode variar de acordo com a análise de crédito)
Entre 30% e 35% (pode variar de acordo com a análise de crédito)
Taxa Mínima
7,59% a.a + TR
7,99% a.a + TR
7,99% a.a + TR
7,99% a.a + TR
Taxa Máxima
9% a.a + TR
10% a.a. + TR
10% a.a. + TR
10% a.a. + TR
Prazo Máximo
360 meses
420 meses
420 meses
420 meses
Fonte: Assessoria de Imprensa do Santander em 21 de fevereiro de 2020

 

 

  • BANCO DO BRASIL

No Banco do Brasil, o financiamento pode ser de até 80% do valor do imóvel, nas linhas de crédito  do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), Carteira Hipotecária (CH), com taxa mínima de 6,99% ao ano + TR, ou a partir 3,45% ao ano + IPCA. O prazo máximo é de 420 meses (35 anos). E permite a utilização do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) na modalidade SFH.

Financiamento Imobiliário - Banco do Brasil
Linha de Crédito
Sistema Financeiro da Habitação (SFH), Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) e Carteira Hipotecária (CH)
Máximo de Financiado
80%
Comprometimento máximo da Renda
30%
Taxa de Juros
A partir de 6,99% a.a. + TR
A partir de 3,45% a.a. + IPCA
Valor Máximo do Imóvel
R$ 1,5 milhão (SFH) e R$ 10 milhões (CH)
Prazo de Pagamento
420 meses (35 anos)
Sistema de Amortização
SAC ou Tabela Price
Permitido Uso do FGTS
Sim, para imóveis do SFH
Fonte: Assessoria de Imprensa do Banco do Brasil em 21 de fevereiro de 2020

 

 

  • CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

A Caixa disponibiliza modalidades de financiamento habitacional com dois fatores de correção diferentes: TR e IPCA. Eles atualizam mensalmente o saldo devedor na data de vencimento das prestações. 

 

No mês de 2020, a Caixa lançou sua primeira linha de crédito com taxa de juros fixa. Nessa modalidade não haverá correção como nas outras linhas de crédito. 

 

1º - Financiamento da Caixa usando a Taxa Referencial - TR

A taxa mínima para imóveis residenciais é a partir de 6,50% ao ano mais TR, para financiamentos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) dentro das modalidades do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) com o maior prazo de parcelamento de 420 meses (SAC) e 360 meses (Tabela Price).

Financiamento Imobiliário - Caixa Econômica Federal - TR
Linha de Crédito
Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e
Sistema Financeiro Imobiliário (SFI)
Máximo de Financiado
80%
Comprometimento máximo da Renda
30%
Taxa de Juros
A partir de 6,50% a 8,50% a.a. + TR
Valor Máximo do Imóvel
R$ 1,5 milhão, pelo SFH
Prazo de Pagamento
420 meses (SAC) e 360 meses (Tabela Price)
Sistema de Amortização
SAC ou Tabela Price
Permitido Uso do FGTS
Sim, pelo SFH
Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica em 28 de fevereiro de 2020

 

 

2º - Financiamento da Caixa usando o IPCA

Nesta modalidade, as taxas variam de 2,95% a 4,95% ao ano mais IPCA (Ìndice Nacional ao Consumidor Amplo) e o prazo máximo de financiamento é de no máximo 360 meses (SAC) e 240 (Tabela Price).

Financiamento Imobiliário - Caixa Econômica Federal - IPCA
Linha de Crédito
Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e
Sistema Financeiro Imobiliário (SFI)
Máximo de Financiado
80%
Comprometimento máximo da Renda
Até 20% (Sac) e até 15% da Tabela Price
Taxa de Juros
A partir de 2,95% a 4,95% a.a. + IPCA
Valor Máximo do Imóvel
R$ 1,5 milhão, pelo SFH
Prazo de Pagamento
360 meses (SAC) e 240 meses (Tabela Price)
Sistema de Amortização
SAC ou Tabela Price
Permitido Uso do FGTS
Sim, pelo SFH
Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica em 28 de fevereiro de 2020

 

3º - Financiamento da Caixa usando a TAXA FIXA

Nesta modalidade, as taxas variam de 8% a 9,75% ao ano e poderá ser financiado até 80% do imóvel novo ou usado e o prazo máximo  é de no máximo 360 meses pelo sistema SAC e 240 na Tabela Price.

Financiamento Imobiliário - Caixa Econômica Federal - TAXA FIXA
Linha de Crédito
Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e
Sistema Financeiro Imobiliário (SFI)
Máximo de Financiado
80%
Comprometimento máximo da Renda
Até 20% (Sac) e até 15% da Tabela Price
Taxa de Juros
A partir de 8% a 9,75%  a.a.
Valor Máximo do Imóvel
R$ 1,5 milhão, pelo SFH
Prazo de Pagamento
360 meses (SAC) e 240 meses (Tabela Price)
Sistema de Amortização
SAC ou Tabela Price
Permitido Uso do FGTS
Sim, pelo SFH
Fonte: Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica em 28 de fevereiro de 2020

 

Fonte: https://www.spimovel.com.br/blog/qual-e-o-melhor-banco-para-financiamento-imobiliario/2847/



O NOVO MERCADO IMOBILIÁRIO: PERSPECTIVAS, TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES 

Data: 22/07/2020



Economia em reaquecimento, indicadores econômicos positivos e confiança no cenário econômico estão trazendo resultados positivos para o setor imobiliário


Há uma certeza inabalável na economia: crise e euforia acabam. Essa lógica também vale para o mercado imobiliário e a baixa que durou cinco anos, finalmente, acabou. De acordo com o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), o setor da construção civil movimentou R$ 57,7 bilhões em 2018, aumento de 33% em comparação com 2017. Só em São Paulo, a pesquisa anual do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), foram 29,9 mil novas unidades construídas no ano passado – aumento de 26,7% na oferta. Outros indicadores econômicos, como o PIB e a taxa Selic, também mostram dados positivos. 


O Brasil teve um período de crescimento acentuado entre 2008 e 2014, época em que os preços dos imóveis dispararam. No estado de São Paulo, a alta foi de 200%. No Rio, quase 250%. Esse longo período de crescimento foi chacoalhado pelo reflexo tardio de uma recessão mundial, o que resultou na estagnação imobiliária. Os bancos iniciaram uma forte restrição de crédito a partir de 2013, cortando os financiamentos à metade. 


DO ANO PASSADO PARA CÁ, A SITUAÇÃO MUDOU. SEGUNDO O SECOVI, AS VENDAS ACUMULADAS DE UNIDADES RESIDENCIAIS ENTRE JUNHO DE 2018 E MAIO DE 2019 JÁ CHEGARAM A 32,6 MIL, 19,4% A MAIS QUE O PERÍODO ANTERIOR. ESSE RESULTADO JÁ SUPERA AS VENDAS TOTAIS DO ANO QUE ANTECEDEU O RECORDE DA ÚLTIMA DÉCADA (2007-2008). EM OUTRAS PALAVRAS, A HORA DE COMPRAR É AGORA.  


O cenário econômico brasileiro sugere que a temporada 2019-2020 representa uma oportunidade para os compradores conseguirem negociações favoráveis. Para os inquilinos, é a última chance de obter contratos que o favoreçam, já que a tendência é de alta no valor dos alugueis. 


Até junho de 2019, os investidores de fundos imobiliários acumularam alta de 8% no rendimento médio dos dividendos, conforme levantamento do InfoMoney com base em dados da Economatica. Esse referencial já supera o CDI (com variação acumulada de 6,35% no último ano, até junho), sem contar o benefício da isenção de Imposto de Renda sobre os dividendos distribuídos. 


Os investidores desse tipo de fundo também contam com outra vantagem: renda periódica ao cotista, pois essa categoria de investimento distribui 95% dos resultados semestrais. O BC Fund, que obteve o maior índice de dividend yelds no último período, marcou 17,78% em 12 meses (até 28/06/19).


AINDA A BOLA DA VEZ 

O nicho dos micro-apartamentos (unidades de até 40 m2) permanece aquecido, apesar das promoções vistas em 2018, quando ocorreu uma bolha temporária. Análise do Grupo Zap, especializado em imóveis, calcula que foram lançadas mais de 55 mil unidades desta categoria entre 2013 e 2019. 

A ECONOMIA AQUECIDA TENDE A LEVAR PROFISSIONAIS (SOLTEIROS OU JOVENS CASAIS SEM FILHOS) PARA METRÓPOLES. E É JUSTAMENTE NAS GRANDES CIDADES ONDE HÁ MAIOR CONCENTRAÇÃO DE APARTAMENTOS PEQUENOS – SOBRETUDO OS DE ATÉ 28 M². É UMA MOVIMENTAÇÃO IMOBILIÁRIA QUE SEGUE O MESMO RUMO DE CIDADES SUPERPOPULOSAS AO REDOR DO MUNDO. 

Esse tipo de imóvel também atrai investidores, que enxergam possibilidades de retornos mais altos ao aplicar no nicho dos micro-apartamentos. As taxas de juros mais baixas com o retorno do crédito ao mercado e o maior potencial de rentabilidade estimula a busca de imóveis como forma de investimento.


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) sugere que a demanda habitacional no Brasil é de 14 milhões de moradias até 2025. Com a recuperação econômica ainda em estágio de retomada, os preços permanecem convidativos. 


Essas tendências são corroboradas pela queda da taxa Selic (6,5% em 2018), cuja diminuição tem impacto direto na oferta de crédito imobiliário, e a inflação controlada – deve ficar dentro da meta, de 4,25%.


Fonte: https://lp.infomoney.com.br/panorama-novo-mercado-imobiliario 




Como investir em imóveis da forma correta?

Data: 17/03/2020


OUVIR  https://open.spotify.com/show/2gCj9YG9tjMexhS4pIlRHo

 

Tá na hora de comprar imóveis?

Mais popular que a própria poupança, o investimento em imóveis vem de uma herança praticamente cultural no Brasil.

Agora, com a taxa Selic a 4,25%, seria esse um bom momento para investir em imóveis?

Por isso, no PrimoCast de hoje, vamos entender como fazer um bom negócio para investir em imóveis da forma correta.

Host: Thiago Nigro

Convidados: Piero Motta (Fundador da agência We) Marcelo Bonanata (Direto comercial da Helbor) e Fabiana Lex (Diretora de Marketing da Helbor)

Time do Primo: Lucas Zafra e Kaique Torres

Edição: Lucas Zafra e Guilherme Cácomo

Acesse o site da Helbor para mais informações: https://tinyurl.com/rykqz8q

Fonte: http://primocast.libsyn.com/primocast-60-helbor




  Data: 15/03/2020 


Com A Instabilidade Da Bolsa De Valores Investir Em Imóveis É A Alternativa Mais Segura

  

A diversificação de investimentos sempre é o caminho seguro, com o sobe e desce do mercado financeiro. Diante do novo cenário da bolsa de valores – especialmente quando não estamos dispostos a ter a adrenalina ativada neste momento – os especialistas indicam a busca pelo dito “Porto Seguro”. Ou seja, a resposta imediata passa a ser investir em ativos fortes e sólidos, com tranquilidade e ainda mais segurança, sem abrir mão da rentabilidade. Basta observarmos o comportamento da moeda americana nos últimos dias. No Brasil, também se converte como “Porto Seguro”, o mercado imobiliário.

 

Ao fazer uma curta retrospectiva dos últimos dias, temos uma semana tensa no mercado financeiro. Nesse contexto, a bolsa de valores apresenta instabilidades diante de uma descida frenética e as tentativas de recuperação. Motivado pelo colapso dos preços do petróleo e o avanço do coronavírus, as oscilações externas arrastaram para baixo os indicadores das bolsas pelo mundo, e aqui não seria diferente.

 

Nesta última terça-feira, o Ibovespa – principal índice da Bolsa brasileira – fechou em alta de 7,14%, aos 92.214,47 pontos, na maior valorização diária desde 2009. No entanto, essa recuperação mostrou-se parcial, diante do tombo histórico de mais de 12%, registrado no início desta fatídica semana para o mercado financeiro.

 

De outro lado, se o mercado de investimentos ainda continua assustando, o momento é propício para mudar a rota dos investidores. O olhar especial deve se voltar para o mercado imobiliário, diante do fato de que a inflação permanece controlada, assim como a perspectiva de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), e claro, as taxas de juros despencaram nos últimos anos, favorecendo os investimentos imobiliários em longo prazo.

 

É preciso analisar de forma macro o setor da construção civil, por exemplo, para ter a certeza que este mercado fica protegido, mesmo diante das incertezas da bolsa. “O cenário é favorável para a construção civil no Brasil, o setor fechou 2019 e abriu 2020 com otimismo. A atual conjuntura econômica foi determinante para o bom desempenho, que permitiu a franca recuperação, com taxas de juros mais competitivas e a flexibilidade em contratos. E mais, fora da esfera do mercado financeiro, o segmento também se mostra criativo e receptivo”.

 

Analistas reforçam a perspectiva de crescimento apresentada pelas principais entidades do segmento. Para a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), o setor deve crescer 3% neste ano, isso representa um potencial para criação de 150 mil a 200 mil postos de trabalho. “Não há que se falar em freio, diante de um investimento tão seguro como imóvel”.

 

Reduzir o risco de perdas é a palavra-chave, por isso o segmento imobiliário se mostra fortalecido, nem mesmo o abalo que atingiu o segmento no período mais crítico da crise econômica, anos anteriores, se reverteu em danos irreversíveis, ou impactantes no Brasil.

 

Por ser considerado um Porto Seguro, o cuidado devemos ter na escolha do imóvel, buscando uma Assessoria Imobiliária da Circulus da qual estará auxiliando nas localizações, projetos de qualidade, condições que permitam a blindagem patrimonial, aliada à expectativa real de ganho.

 


 Fonte: https://olivre.com.br/com-a-instabilidade-da-bolsa-de-valores-investir-em-imoveis-e-a-alternativa-mais-segura







Motivos para investir no mercado imobiliário em 2020

  Data: 13/03/2020

investir no mercado imobiliário                
                                
            

Quando falamos sobre “investir no mercado imobiliário” as respostas para dúvidas podem vir em dois formatos diferentes. Isso porque além de, por exemplo, investir em um apartamento à venda em São Paulo, também é possível colocar o seu dinheiro em um FII (Fundo de Investimento Imobiliário).

Vamos falar sobre as duas modalidades nos próximos tópicos. Boa leitura!

Comprar apartamentos pensando no médio e longo prazo

Seja para comprar e esperar o momento certo para vender ou adquirir um imóvel e colocá-lo disponível para locação, este é o momento certo para comprar um apartamento segundo pesquisa da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

O estudo aponta que o país demandará a construção de 14 milhões de novas moradias até 2025, provocando um ritmo acelerado para o mercado imobiliário nos próximos 5 anos.

O biênio que corresponde a 2020 e 2021 é o período ideal para investir no mercado imobiliário já que a moeda brasileira segue desvalorizada, reduzindo o valor de casas e apartamentos.

Depois disso, com a alta da demanda por novas moradias os valores devem subir e com eles, o lucro na hora de negociar esses imóveis novamente.

Investindo em imóveis de alto padrão

Um dos segmentos mais seguros de 2019, o setor imobiliário de luxo viu seus lançamentos aumentarem em 142% em 2018 enquanto as vendas desse tipo de habitação subiram a 92% no mesmo período.

Os dados são do Secovi-SP que também aponta que o poder de revenda de imóveis de médio alto e alto padrão aumentou.

O público está em busca de imóveis maiores, com 100m² a 200m², que custam a partir de R$ 800.00,00 e R$ 2 milhões, respectivamente. 57% dessas transações ocorreram à vista, segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP).

Expectativa é de alta para os próximos anos e o momento para investir é agora.


fonte; https://www.infomoney.com.br/onde-investir/motivos-para-investir-no-mercado-imobiliario-em-2020/